quarta-feira, 18 de setembro de 2013

"Macumbaria poética" -Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ!

Quer escutar o primeiro ato do projeto (música inédita): "Macumbaria poética" -Peço Licença! EXÚ (O Guardião: “Àquele que vive a noite, que nos livre das emboscadas”)! LARÓYÈ! 

Direção e participação de Márcio Barreto (Percutindo Mundos). 

É Myspace! - https://myspace.com/macumbaria.poetica

Há um pequeno fragmento de "Olhos de Barro"; agradeço muito Editora Patuá por acreditar na minha poesia!

Vamos dialogar! Beber música ancestral, troca de saberes!
Grande dia para todos e todas, saúdo a vida, saúdo a arte de viver, a celebração e respeito: sabedoria ancestral! Agradeço ser um aprendiz e poder compartilhar e dialogar saberes!

Hábraços. Saravá & Axé!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Macumbaria Poética - Arte ancestral (DIÁLOGOS&RESPEITO=DIVERSIDADE&SABERES), (by) Negozébantupepetupinambázezinhonaladeiradoabc7golpes, e ou simplesmente: Zézinho, e ou Geraldo, e ou Neres, e ou meu nome magístico: "Nic"; aquele que vem antes do vinho; o advinho, e ou:

hoje (Leia até o final / Read to the end / Leer hasta el final): soul do sol ancestral. dá dó nas ladeiras urucun comes&damião. são dois e dois na gira a brincar de bom dia.

e fica assim:

!bate no peito. sou angola. sou a fumaça. seu medo. seu pesadelo. sou capoeira. na ladeira e na montanha. quero ver fumaça apagar o vento da criação e criar uma humanidade nova. quero meus colares e guias. quero o ouro a prata. quero a semente de aruanda. quero embolar meus irmãos e irmãs. quero ver roda girá. camará cacará. vamos embolar na capoeira. não fumaça ancestral o mundo não tem borda ou margem a gente é tudo junto e misturado. vem pra gira irmão!

?cantar minhas palavras de aprendiz ao lado de guerreiros e guerreiras: é água ancestral que me banha sempre; mas olhe a montanha: eu tenho os olhos vermelhos. não bloqueia eu mais não. (quer saber quem eu sou? olhe no seu espelho!).

-estilo: "metalforrotrashancestralnic"; macaxeira venenosa com sorvete de creme das águas garrçaaaaaaaaa. vem ai os "águias do oriente". quem vem?

-bom. queria dizer dia. queria dizer tanta coisa e talvez marcar um encontro musical com os "águias do oriente", mas você faceburro não entendi de música ou amizade além do circulo pequeno e infinito das amizades. então me passe um café. um suco. e deixa de me perguntar bobeiras. eita.

?!(7)= minha fé é meu aprendizado musical de vida e de amor. nela há música, há dança, há a pele dos atabaques ancestrais. há as ervas que iluminam e curam. há a justiça, há a criação, há a gestação, há o alimento e há fartura. há os mistérios do criador celestial (gosto de pensar nele no feminino; me desculpem mas águas tem esse sabor; bebo nesta água e continuo a viver a me renovar a celebrar a humanidade: respeito pela sabedoria e pratica dos mistérios magísticos de viver em harmonia e equilibrio natural e simples). acredito e tento fazer parte da minha caminhada de vida e aprendizado. bom dia, boa tarde, boa noite, boa de madrugadinha! amar a vida em toda sua tonalidade e intensidade e amor. sempre.

((&))=Um recado: fazer arte, é fazer arte, e não esquecer que temos que também lavar as louças, limpar a casa, e rezar para que os projetos sejam realizados, e continuar a acreditar que fazer arte é possível e necessário. Existe mais glamour em lavar, passar, limpar a casa, e continuar a acreditar que é possível acreditar algo. O sol nasce para todos; então vamos acreditar e realizar (acreditar apenas é inércia: tem que haver ação e reação). Que o Criador Maior sempre nos ilumine.

(by) Negozébantupepetupinambázezinhonaladeiradoabc7golpes, e ou simplesmente: Zézinho, e ou Geraldo, e ou Neres, e ou meu nome magístico: "Nic"; aquele que vem antes do vinho; o advinho, e ou: 
Macumbaria Poética - Arte ancestral (DIÁLOGOS&RESPEITO=DIVERSIDADE&SABERES).

---novamente digo: dia do bom dia! (quero ver esse dia!).

=desejo a você o melhor dia da sua vida, e de todas as vidas. em todos os dias: sempre e sempre. e não venha me dizer que você o sol está cansado; ele que vá escutar um pouco de música ou empinar uns anjos de rinke.

=desejo a você o melhor dia da sua vida, e de todas as vidas. em todos os dias: sempre e sempre. e não venha me dizer que você o sol está cansado; ele que vá escutar um pouco de música ou empinar uns anjos de rinke.

três é um bom número. então sol! músíca para caminhar nos trabalhos nos braços da vida! quero ver a gira gira!

Abraços a todos e todas. Saravá & Axé.
José Geraldo Neres / José Geraldo Neres / José Geraldo Neres / Macumbaria Poética - Arte ancestral / Olhos de Barro / & o Mestre Pupa Buddah Pupa

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Pássaros de papel - Pájaros de papel, de José Geraldo Neres, edição bilíngüe. (mantendo o projeto original da edição artesanal DULCINÉIA CATADORA 2007), agora pela Antaura Ediciones (España).

Em breve meu primeiro livro estará nos braços de novos leitores! Qual livro? O primeiro: Pássaros de papel - Pájaros de papel, de José Geraldo Neres, edição bilíngüe. (mantendo o projeto original da edição artesanal DULCINÉIA CATADORA 2007), agora pela Antaura Ediciones.

Volume 1, capítulo I (a Dalila Teles Veras)
“gotas de dias, a janela abre, visita de vagalume”.
“gotas de días, la ventana abre, visita de luciérnaga”. 

capítulo II, (a Beth Brait Alvim)
“gênesis: relâmpago-pecado, corpos na muralha d’ água”.
“génesis: relámpago-pecado, cuerpos en la muralla de água”.

Volume 2, capítulo III, (a Claudio Willer)
“urbano: palavra sem força, brinca o silêncio”.
“urbano: palabra sin fuerza, juega el silencio”.

capítulo IV, a (Cláudio Feldman)
“ingênuo: sonho de inverno, no peito; os pássaros ciganos”.
“ingenuo: sueño de invierno, en el pecho; los pájaros gitanos”.


©Del portugués, José Geraldo Neres.
©De la traducción, Marcela Collins.
©Por la presente edición, Antaura Ediciones, 2013.
antauraediciones@hotmail.com

apresentações em português: por Ricardo Alfaya e Teruko Oda.
en español: Blanca Castellon, Oscar Portela, y Nicasio Urbina.

Obrigado Antonio Alfeca, por mais essa publicação. Obrigado.

Dulcinéia Catadora é um projeto-irmão do Eloísa Cartonera, que se propõe a oferecer a pessoas que nunca tiveram contato com a produção artística, a possibilidade de desfrutarem da criação. Todas as iniciativas do Dulcinéia Catadora têm sempre o compromisso com a distribuição do conhecimento e da renda, num ambiente de criatividade. O projeto, que tem o apoio do Movimento Nacional do Catadores de Recicláveis, trabalha com catadores de lixo, editando livros de contos e poesias com capas feitas de papelão comprado dos catadores a um real o quilo, quando eles normalmente o vendem a 30 centavos. As capas são pintadas à mão por filhos de catadores.
Agradeço e muito a Lucia Rosa por acreditar em livros/arte/humanidade.

¡Olé Arriba! ¡Llegó Gitanos! ¡Saludos a la caravana, y los hijos del viento! - minha homenagem ao saudoso Alberto Marsicano

¡Olé Arriba! ¡Llegó Gitanos! ¡Saludos a la caravana, y los hijos del viento!

Vagueamos pela Terra, nossos corações são plenos de júbilo e nossas almas plenas de sonhos (Provérbio cigano). 

Me emociono com este domingo, e como estou longe deste irmão e mestre, fica aqui minha homenagem ao saudoso Alberto Marsicano (recebi a notícia do desencarne dele: prefiro deixar este fragmento de um canto ancestral dele):

“El duende” – termo magístico utilizado pelo povo cigano para exprimir o poder mágico ou força que imanta certos artistas. É um poder, não uma atitude; é uma luta, não um conceito, e nenhuma emoção é possível sem sua mediação. 

Posso chamar de um pequeno trecho caminhando junto aos Filhos do Vento. Certamente outros detalhes de cunho magístico e religioso deveriam serem mencionados, mas como não é possível fixar o vento, o tempo escorre por entre os dedos e os carroções continuam sua jornada, e pode ser consultado/encontrado no livro “Os Ciganos na Umbanda” – Alberto Marsicano e Lurdes de Campos Vieira, (Madras).

*fragmento da palestra:“Os filhos do vento” & “O Romanceiro Cigano, do poeta espanhol Federico García Lorca” – com o poeta José Geraldo Neres, no Templo de Umbanda Pai Joaquim de Angola e Caboclo treme Terra, Dirigente Espiritual Mãe Zilda e Pai Pequeno Alexandre. Durante a FESTA ESOTÉRICA (10/07/2011)

terça-feira, 9 de julho de 2013

Neres recomeçou a cantar: "MACUMBARIA POÉTICA"

José Geraldo Neres & Amigos= "MACUMBARIA POÉTICA").

Apresentado durante a apresentação do livro "Radovan Ivsic - Poesia Reunida", Lumme Editor, tradução de Eclair Antonio Almeida Filho, 1ª edição 2013.

Contando com a presença de AnnieLe Brun (Viúva do poeta Radovan Ivsic; importante escritora, poeta e crítica de arte/literatura francesa), e importantes acadêmicos e escritores brasileiros.
https://www.facebook.com/josegeraldoneres/posts/377810665658310

sexta-feira, 2 de março de 2012

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

"Teatro empírico da Outra Margem do Rio"








Acabei de fazer a leitura completa do livro " Teatro empírico da Outra Margem do Rio", onde o autor, Caio Evangelista,  discorre de forma autobiográfica, sua trajetória no teatro, que coincide e se confunde em muito com a história do teatro em minha cidade, Mauá-SP.

Em muito momentos me diverti na leitura por estar de certa forma envolvido nos acontecimentos, tanto como protagonista, como antagonista, e muitas vezes como mero expectador dos fazeres da Cultura.

Confesso que as partes que gosto mais é quando o autor mergulha em sua infância, assim como mergulhou no Velho Chico e este quase o levou.

Das águas que sobraram em suas tripas, tece o que de fato é memorável na vida, as histórias de sua Vó Redonda, pisando paçoca de pilão, que me deixou aguado até agora de vontade de comer desta paçoca com uma café bem forte. De ver a velhinha pitando no borralho, como fazia a madrinha de meu pai. Igual como todas as avós negras e índias deste Brasil afora.

Das suas traquinagens de menino, e de quanto estas raízes matutas lhe ensinaram sobre a modernidade do teatro. Se fosse Caio fazia de escrever sobre este menino cheio d'água, de pés de barro, feito um personagem africano de Mia Couto. Como vivido em um conto de Guimarães Rosa, sair em uma canoa ria acima e rio abaixo. Vingar-se da represa que abarcou e engoliu sua casa de nascença.

Enfim, a leitura do livro flui de forma quase natural, e apenas em um momento ou outro fica enumerativa de acontecimentos, para depois se perder em lembranças da casa de seus pais, para mim os melhores momentos. Leitura muito recomendável, mesmo que aparentemente geograficamente localizada a narrativa, no entanto muitas coisas a torna universal, já que a grande história do mundo é o entrelaçamento de todas as histórias, e sua urdidura a poesia, que vai ser encontrada em muitos bons momentos neste livro.